19 julho, 2010

[1996] Tool - Ænima

Tool é uma banda de metal alternativo norte-americana, formada em 1990 na Califórnia por: Maynard James Keenan (vocal), Adam Jones (guitarra), Justin Chancellor (baixo) e Danny Carey (bateria). Seus albuns normalmente tem músicas longas e complexas. Em várias delas o vocalista sussura algumas coisas, em outras você consegue ouvir novos sons a cada vez que ouve.
Fiquei muito tempo sendo cobrado pelo Darvin pra escrever aqui e nunca conseguia me decidir, fiquei entre dois albuns da banda. Não sabia se fazia sobre o 10,000 Days (quem sabe num outro dia) ou sobre o Ænima. Fiquei com o segundo, mas recomendo muito o primeiro.

Ænima tem um monte de mensagem subliminar e em várias musicas temos referências ao uso de drogas como LSD. A faixa “Third Eye” (recomendadíssima apesar dos seus 14 minutos) começa com um discurso de Bill Hicks a favor do uso das mesmas. Essa faixa ganhou um Grammy.

Esse, que é o segundo disco da banda, ganhou além do grammy pela faixa “Third Eye” outro de melhor performance de metal, com a música Ænema, e o de melhor embalagem do ano, no grammy de 1996. Além de ter sido indicado para melhor video clip e curta-metragem, pela música Stinkfist. Musica essa que foi censurada pela MTV e pelo VH1, por uma especulação dos possíveis significados ofensivos da palavra, a faixa passou a ser chamada de “Track #1” e nenhum dos VJs diziam o verdadeiro nome dela.




[1967] The Jimi Hendrix Experience - Axis: Bold as Love

Axis: Bold as Love é o segundo disco da Jimi Hendrix Experience. Lançado em dezembro de 1967 e gravado entre maio e junho do mesmo ano, o álbum revela mais confiança e coesão, características um pouco diferentes das encontradas no Are You Experienced? (maio, 1967).

Da abertura psicodélica “EXP” aos riffs pesados de “If 6 was 9” e “Spanish Castle Magic”, incorporando elementos do jazz entrecortados pelo pedal wah-wah em “Up in the Skies”, do pop em “She’s so Fine” – única composição do baixista Noel Redding nessa compilação – e do progressivo na última faixa do disco, “Bold as Love”.

A capa é ácida como as músicas: uma composição de cores quentes e saturadas que contém muitos elementos da cultura indiana e os membros da Experience, Noel Redding e Mitch Mitchell, tudo em forma de desenhos.


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17 julho, 2010

Despedida do Clubinho e Aniversário do Rafael 'Formiga'

Ao som de Fela Kuti:

CHURRASCO DE ANIVERSÁRIO do Rafael Queiróz, o Formiga! 
Sábado-hoje (17/jul), na Chácara Sol Nascente (AQUI O MAPA!). Começa às 21hs!
Levar o que for beber -- segundo o Formiga: preze pela qualidade.
Muita música de qualidade, muita gente bonita e também o Betão!

CHURRASCO DE DESPEDIDA* do (e no) Clube da Árvore!
Domingo-amanhã (18/jul). Não tem hora pra começar – então deve ser umas 14hs – e muito menos pra acabar.
É imprescindível levar o que for beber – mas no meio da animação sempre rola um ‘corre’ de mais cerveja – e 5$ pra cobrir as destruições casuais ao lugar e as contas de luz e água.
Quem tiver instrumentos de cunho musical e primas bonitas, leve também, haha.

Abraço!

*o Clubinho fora vendido e essas, portanto, são as últimas férias que podemos vagabundear por lá. Viva a intensidade. Paz.

[1999] Fela Kuti - Black President: The Art & Legacy of Fela Anikulapo Kuti

Salve! Aí o disco Black President (uma espécie de best of compilada em 1999) do multi-instrumentista nigeriano, músico e compositor, pioneiro da música afrobeat, ativista político e dos direitos humanos, Fela Anikulapo Ransome Kuti – ou só Fela Kuti.

Sobre a família, o envolvimento político, o afrobeat, a questão da maconha e da AIDS relacionados à vida desse nigeriano, vale conferir o texto biográfico apresentado na Wikipédia. O link está ali em baixo.

Quanto à música, Fela Kuti é tomado como o pioneiro do movimento musical afrobeat, uma mistura de jazz, funk e cantos africanos. Esse gênero acabou por influenciar estilos como o Hip-Hop. Suas músicas majoritariamente tem mais de 10 minutos e dificilmente eram repetidas após serem gravadas por vontade do autor.

A presença de diversos instrumentistas e dançarinos no palco, os arranjos pitorescos e a voz de Fela Kuti tornavam seus shows um pouco ‘ritualísticos’. Abaixo o vídeo de ‘Teacher don't Teach me no Nonsense’




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